terça-feira, 1 de julho de 2014

Anorexia nervosa

Conheça os fatores, comportamentos e o tratamento para essa doença.

Temos falado muito sobre os transtornos alimentares que levam ao ganho de peso (obesidade e bulimia nervosa), porém há também distúrbio alimentar que provoca uma grande perda de peso chamado de anorexia nervosa.

A pessoa que sofre desse mal possui uma distorção da sua autoimagem, pois quando se olha no espelho, embora magra, enxerga-se gorda, além de possuir uma preocupação descomunal com seu peso corpóreo, podendo causar problemas graves psicológicos e/ou médicos até mesmo o óbito.
Normalmente inicia-se na adolescência ou no começo da fase adulta. Geralmente atinge mais mulheres, porém ultimamente vem acometendo e aumentando o número de casos do sexo masculino.
A maioria das pessoas que sofrem desse transtorno tem antecedentes de sobrepeso ou obesidade, embora algumas possam desenvolver mesmo sem nunca terem tido problemas de familiares com a balança.
 Inúmeros são os fatores, dentre eles:
Crença de que o magro será mais respeitado e/ou aceito pela sociedade; Problemas na amamentação enquanto bebê ou na alimentação da primeira infância; Pressão da sociedade e mídia tendo a magreza como conceito atual de beleza; Pressão dos pais com o intuito de preservar seus filhos contra a obesidade; Pressão do grupo social; Autoimagem distorcida e negativa; Autocrítica e busca pela perfeição; Transtorno de ansiedade quando criança; Predisposição genética; Alterações neuroquímicas cerebrais.
Por possuírem um medo intenso de ganhar peso, mesmo quando estão abaixo do peso normal (considerado pela Organização Mundial de Saúde), além de abusar de dietas hipocalóricas e exagerar na atividade física, o indivíduo usa outros métodos para perder peso, tais como: uso de laxantes, diuréticos e purgação (vômitos).
Há outros comportamentos típicos do anoréxico, como:
- Questões comportamentais: evita fazer refeições na presença dos outros (família, amigos, namorado) e isolamento social.
- Questões psicológicas: irritabilidade, instabilidade emocional, ansiedade, síndrome do pânico, comportamentos obsessivo-compulsivos, depressão.
- Questões médicas: amenorreia, problemas estomacais, etc.
Tratamento
O tratamento deve ser multidisciplinar com psicólogo, nutricionista e médicos. Há casos em que se torna necessária a internação hospitalar para controlar alguns comportamentos purgatórios e inserir gradualmente as calorias.
Hoje é sabido que ser magro é mais saudável, pois diminui o risco de várias doenças, porém é preciso sempre ter o bom senso.
LINK DA MATÉRIA: PORTAL R7

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Anorexia pode provocar ataque cardíaco, atrofia muscular e levar à morte.

Recentemente, Angelina Jolie levantou polêmica sobre o distúrbio ao aparecer com 44 kg.
Recentemente, a magreza da atriz Angelina Jolie chamou atenção e levantou a polêmica se a atriz sofre ou não de anorexia. Atualmente, ela pesa 44 kg distribuídos em 1,72 m de altura. O distúrbio psicológico afeta cerca de 250 milhões em todo o mundo e pode provocar ataque cardíaco, insuficiência respiratória, atrofia muscular hipotermia e levar  à morte.

LINK: Portal R7

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Magreza de Angelina Jolie é chocante e não deve servir de parâmetro, dizem especialistas

Segundo jornal, atriz faz dieta só de grãos e chega a ingerir apenas 600 calorias por dia.



Angelina Jolie ficou conhecida no mundo do cinema por seus lábios carnudos e corpo volumoso. Mas a atriz não mostra mais as mesmas curvas que a deixaram famosa. Durante coletiva de imprensa do filme Malévola, a mulher de Brad Pitt impressionou ao exibir um corpo muito mais magro do que o normal.

Segundo informações divulgadas pelo jornal Daily Mail, Angelina estaria pesando atualmente 44 kg, distribuídos em 1,72 m de altura, e estaria fazendo uma dieta baseada em grãos, em que chega a ingerir apenas 600 calorias por dia. Segundo especialistas, a atriz até pode estar saudável, mas não deve servir de parâmetro para quem quer emagrecer

Texto e entrevistas: Andréa Martinelli, do R7 
Foto: Grosby Group


LINK: PORTAL R7

terça-feira, 8 de abril de 2014

Após 3 infartos, jovem anoréxica começa a praticar pilates


Jovem inglesa Emily Sullivan, de 22 anos, enfrentou distúrbios alimentares desde os 15 anos, teve três ataques cardíacos e chegou a pesar apenas 38 quilos aos 20 anos, mas recuperou-se com a prática de Pilates. "Nunca vou me sentir totalmente recuperada, mas achei um foco", disse ao site Daily Mail.
Segundo ela, os sintomas de anorexia e bulimia vieram com a morte da avó e devido ao bullying que sofria na escola. Por causa do peso tão baixo e das complicações no coração, os médicos lhe deram apenas alguns meses de vida, caso não mudasse os hábitos e se cuidasse. A saída encontrada por Emily foi praticar pilates e, algum tempo depois, ela havia recuperado um pouco do peso e alcançou quase 50 quilos na balança. A prática causou tanta paixão na jovem que agora ela estuda para se tornar instrutora.
Apesar de ter sido uma "salvação" na vida da jovem, a prática de exercícios físicos é uma ressalva do tratamento contra distúrbios alimentares. "Quando a bulimia começou a me dizer que eu era gorda e feia, eu acreditei. Destruí minha auta-confiança e me tornei muito negativa comigo mesmo e comecei a cortar calorias, mas fugiu do controle. Durante o tratamento, eu não podia me exercitar porque muitos pacientes usam isso para mascarar a contínua perda de peso", disse.
"Eu me sentia muito desconfortável com meu corpo, estava exausta, deprimida e tinha perdido toda a minha força, então queria alguma coisa nova e procurei o Pilates. Comecei a praticar duas vezes por semana e encontrei uma coisa em que sou boa e que amo. Finalmente encontrei ambição em alguma coisa", afimou.
Emily desenvolveu anorexia aos 15 anos quando começou a pular as refeições em uma época em que a mãe se preparava para casar e tinha longos turnos no trabalho. Com o tempo, ela passou a comer e a forçar o vômito, o que desencadeou também o aparecimento da bulimia. A situação se prolongou sem nenhum tratamento ou intervenção até os 20 anos, quando ele teve um colapso na faculdade. "Achava que não estava magra o suficiente e meu corpo não conseguia lidar com comida, por mais que tentasse, vomitava a cada cinco minutos", lembrou. Com os três ataques cardíacos em um único dia, ela ficou internada por duas semanas, sendo supervisionada o tempo todo, mesmo no banheiro, e era obrigada a se alimentar aos poucos. Depois disso, precisou de acompanhamento médico regular e recuperou algum peso. 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Para diminuir os seios, mulher para de comer e chega a 25 kg.

Leanne McKillop, de 30 anos, ficou tão preocupada com o tamanho dos seios que parou de comer na tentativa de diminuí-los. Ela desenvolveu problemas severos em relação à imagem do próprio corpo e precisou enfrentar uma dura batalha contra a depressão e também a anorexia. Leanne ficou tão doente que precisou ser hospitalizada por três vezes. As informações são do jornal britânico Daily Mail. 
Ela conta que não acreditou em quão rápido seus seios cresceram e, com isso, ficou incomodada com a forma como os meninos da escola a provocavam. “Me tornei extremamente depressiva. Eu achava que a única solução para diminuir meu corpo era parando de comer”, relembra. A ansiedade de Leanne atingiu o pico quando ela tinha 14 anos e tentou se matar com uma overdose de antidepressivos, que um psicólogo infantil havia recomendado para estabilizar o humor.
Aos 16 anos, quando trabalhava no McDonald's, um supervisor a ouviu vomitando no banheiro e decidiu avisar a mãe. Então, o médico a encaminhou a um psiquiatra, que diagnosticou anorexia nervosa. O quadro ficou ainda pior quando ela começou a trabalhar em um resort e precisou de apoio psicológico. “Eu estava cercada de mulheres bonitas, então meu desejo de me tornar mais magra ficou ainda mais forte.”
 Além disso, nesta época, Leanne estava longe dos pais, o que contribuía para que não comesse corretamente. “Depois de alguns meses, eu estava exausta", relembrou. Aos 20 anos, ela estava pesando cerca de 44 quilos, quando foi internada pela primeira vez. Então, levou sete meses para tratar a anorexia e conseguiu chegar aos 50 quilos. Apesar do progresso, Leanne começou a piorar novamente assim que foi liberada do tratamento. “Eu não bebia nem água porque achava que continha calorias. Minha vida se resumia a cinco horas de exercícios diários e a uma obsessiva contagem de calorias”, relembra.
Quando atingiu os 31 quilos, foi internada novamente e acabou ficando próxima de uma paciente chamada Paula, que, infelizmente, perdeu sua batalha contra a anorexia e morreu dois meses depois de Leanne receber alta. Ela afirma que a amiga a fazia sorrir mesmo nos dias mais difíceis. “Quando ela se foi, eu percebi que tinha que melhorar, não só pelos meus amigos e familiares, mas por mim mesma”, conta.
Mas, aos 26 anos, com o corpo esquelético e pesando 25 quilos, Leanne foi internada pela terceira vez. Porém, ela, finalmente, estava determinada a melhorar. “Quando fui admitida na Glasgow Scholl of Art para estudar design de produto, encontrei um novo foco. Comecei também a fazer ballet e a andar de skate. Isto ajudou a me distrair do hábito de pensar em comida o tempo todo”, afirma. Quando alcançou os 50 quilos, ela achou que a doença estava controlada. Mas o seu triunfo se tornou uma tragédia – outro amigo perdeu a luta contra a doença e morreu.
Leanne, que agora está em treinamento para ser tornar uma instrutora fitness, diz que quer mostrar para pessoas que sofrem deste tipo de distúrbio o quão mortal a doença pode ser. “Estou feliz por estar de volta aos trilhos, mas meu corpo sofreu danos irreversíveis”, observa. “Tenho rins de uma mulher idosa e provavelmente sou infértil”, completa. Apesar das sequelas da doença, Leanne afirma ainda que está feliz por estar viva. “Depois de participar de dois funerais de amigos, sei mais do que ninguém que sou uma sortuda", concluiu.
  


Veja sua altura e calcule o seu Índice de Massa Corporal. O Índice de Massa Corporal (IMC) é uma das formas mais utilizadas para determinar se os níveis de gordura e o peso da pessoa estão dentro do recomendado pela Organização Mundial de Saúde.

Link da Reportagem: Portal Terra

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

A anorexia e o tratamento endocrinológico.

Segundo especialistas do Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo (Ambulim), 0,5% a 1% da população mundial sofre de transtornos alimentares. Um dessas doenças mais comuns é a anorexia nervosa, caracterizada pela perda da noção corporal, recusa do paciente a manter um peso corporal na faixa normal mínima associado a um temor intenso de ganhar peso. De acordo com Mauro Scharf, diretor médico e endocrinologista do Laboratório Frischmann Aisengart, a anorexia é hoje mais fortemente tratada no âmbito da psiquiatria, mas a área da endocrinologia é imprescindível no tratamento devido à intensa desnutrição, necessidade de reposição de nutrientes, vitaminas, reposição de fórmulas nutricionais e suplementação dietética. O especialista explica que, na em termos endocrinológicos, o paciente anoréxico deve passar por uma avaliação minuciosa do estado nutricional, das carências vitamínicas, das necessidades calóricas e a correta reposição desses nutrientes, para recuperar o estado nutricional. “Suplementos alimentares e orexígenos podem ser necessários”, reforça. Como é uma doença que acomete principalmente jovens do sexo feminino, Scharf lembra que uma avaliação hormonal, principalmente dos hormônios que regulam a menstruação, faz-se necessária. “Isso porque a amenorreia, ou seja, a ausência de menstruação, é fator sempre presente nessas meninas”, descreve. O médico também explica que a abordagem medicamentosa da depressão ou dos transtornos associados também é fundamental. O endocrinologista descreve que há dois tipos de anorexia. O tipo restritivo, onde a perda de peso é obtida através das dietas, longos jejuns, exercícios excessivos, e o tipo purgativo ou de compulsão periódica, onde a perda de peso é obtida através da provocação do vômito, do uso de laxantes, diuréticos e enemas durante o quadro da anorexia restritiva. Ambas, de acordo com o médico, são graves e devem ser igualmente valorizadas.“Mas, de uma forma geral, o tipo restritivo é menos grave e tem melhor prognóstico que o tipo compulsão periódica/purgativo porque, neste último, as pessoas ficam mais propensas a ter outros problemas como o abuso de álcool ou outras drogas, a exibirem maior instabilidade do humor. Há uma incidência de outras compulsões neste segundo grupo que o torna mais severo”, finaliza. Sobre o Laboratório Frischmann Aisengart O Laboratório Frischmann Aisengart tem 68 anos e é considerado uma referência para o segmento de medicina diagnóstica na região. Com forte presença nas áreas hospitalar e ambulatorial é o líder de mercado na capital e Região Metropolitana. Possui mais de 600 colaboradores e mais de 40 unidades no Paraná. São mais de três mil tipos de exames de análises clínicas que contemplam serviços e soluções diferenciados com qualidade, rapidez e alto padrão de atendimento, como a coleta domiciliar e vacinas. Para mais informações:www.labfa.com.br ou (41) 4004-0103. Siga o Laboratório Frischmann Aisengart nas redes sociais: Blog -blog.labfa.com.br; Facebook - facebook.com/laboratorio.fa; Twitter - @labfa 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Mulher que tinha 24 kg se recupera e deixa HC com quase o dobro do peso.

Ela ganhou 18 quilos e continuará tratamento psicológico em Bauru. A mulher que chegou a pesar 24 quilos distribuídos em 1,56 metro e passou por tratamento de anorexia nervosa por quase quatro meses, recebeu alta médica nesta semana do Hospital das Clínicas de São Paulo. Aline Alves da Silveira Souza, de 34 anos, voltará para a casa em Bauru(SP), no domingo (2), com 42 quilos, um ganho de 18 quilos durante a internação. “Estou muito feliz. Foi difícil porque a doença afeta bastante o psicológico. Mas o tratamento me ajudou a superar e estou virando essa página ruim na minha vida. Agora, não posso vacilar. Não vejo a hora de chegar em casa e abraçar minha filha”, disse Aline. Ela afirmou que se sente com o peso ideal. “Sempre tive em média 44 quilos. Só passei de 50 quilos quando engravidei da minha filha. Hoje depois do tratamento estou quase com o peso que tinha antes da doença”. A partir de agora, Aline tem que contar ainda mais com o apoio da família. “Minha mãe foi uma guerreira. Ela me ajudou e sempre esteve ao meu lado. Só eu sei quantas coisas ela deixou de lado para ficar comigo. Agora em casa vou ter o apoio da minha filha e dos outros parentes”. Durante o período em que estava com anorexia nervosa e antes da internação, Aline praticamente vivia à base de água. Mas a fase mudou e a ex-gerente de restaurante tem refeições de três em três horas. “Controlar a alimentação é fundamental. Já me alimento de quase tudo e adoro o arroz com chuchu e frango que minha mãe faz. Estou querendo comer uma pizza”, contou Aline. Na continuação do tratamento de Aline, ela terá acompanhamento psicológico. Para a mãe, Teresa Alves, ver a filha saudável era tudo que desejava. “O tratamento foi eficiente. Estou feliz por poder ter minha filha de volta e cheia de disposição. Vamos voltar para casa e retomar as nossas vidas. O importante é ficarmos sempre ao lado dela para acompanhar a alimentação e o apoio psicológico”, informou. Em um futuro breve, Aline sonha em abrir o seu próprio negócio: um restaurante. “Quero começar a estudar gastronomia neste ano e mais para frente abrir meu próprio restaurante”, completou. Entenda o caso A primeira crise de anorexia em Aline ocorreu entre os 13 e 17 anos de idade. Ela disse que no tempo de escola, os alunos a chamavam de gorda. Apesar de mostrar os sintomas da anorexia, no fim da adolescência, a mulher se casou e pouco depois teve a filha. Já a segunda crise foi mais grave. Há pouco mais de três anos, após ser demitida do emprego de gerente em um restaurante e a separação do marido fizeram agravar a saúde. A doença tomou conta de Aline. A perda drástica de peso e a vergonha com a aparência a impediram de sair na porta do apartamento. Ela chegou a pesar 24 quilos distribuídos em 1,56 metro. A alimentação dela antes de começar o tratamento era praticamente à base de água. Além disso, o risco de morte por conta do grau de debilitação chegou a 40%, já que os rins estavam fragilizados. Antes de ser internada no Hospital das Clínicas em São Paulo, Aline iniciou a luta com ajuda médica no dia 9 de outubro, onde ficou por 17 dias na Santa Casa de Piratininga.
LINK da Matéria: Surgiu.com.br

Anorexia nervosa também afeta adolescentes do sexo masculino.

No Rio Grande do Sul, proporção é de 1 caso masculino para 10 femininos. Pais precisam ficar atentos aos sintomas da doença, dizem especialistas. Uma doença que afeta muitas meninas começa a se manifestar também em adolescentes do sexo masculino. Segundo especialistas, cresce no Rio Grande do Sul o número de famílias que estão procurando consultórios médicos em busca de tratamento para a anorexia nervosa, um transtorno alimentar que pode levar à morte se não receber o acompanhamento adequado. Os relatos de pessoas que conviveram com anorexia nervosa impressionam. Um jovem e o pai de um adolescente que teve o transtorno alimentar concordaram em contar suas histórias ao Teledomingo (veja o vídeo), mas sem serem identificados. “Na fase mais grave, eu não conseguiu nem sair da cama direito porque eu não tinha força”, diz um jovem que se curou do distúrbio. “Eu não sabia, não tinha noção do que era. Eu cheguei a um desespero que eu estava perdendo o meu filho. E o pior é que eu não sabia o que fazer”, diz o pai de um paciente, também já curado. O jovem conta que teve a doença aos 17 anos. “No pico da anorexia, vamos dizer assim, eu perdia em média dois quilos e meio, três por semana. Então, eu comecei com 82 quilos e no estágio mais grave eu fiquei com 52”, conta ele. A perda de peso começou com os exercícios físicos. Depois veio a redução alimentar, até o ponto em que a doença foi se agravando. “Primeiro eu fazia todas as refeições em porções menores. Depois foi ficando mais crítico, aí eu comecei a pular refeições até chegar ao momento em que eu ingeria praticamente só água o dia inteiro para não engordar. Para não dizer só água, eu comia a metade de uma maça. Eu sentia fome, mas é uma prisão mental tão grande que tu não come", relembra ele. Pai de um jovem que teve anorexia aos 14 anos, o homem conta que, no começo, a preocupação excessiva do filho com a aparência parecia típica da adolescência. Até ele a mulher descobrirem que a situação estava fora de controle. “Ele servia o prato, levava para o quarto e fazia que estava comendo e enrolava em uns papéis. Escondia dentro das bolsas do colégio, escondia debaixo da cama. Não queria mais comer porque ele estava gordo”, relata. Eu sentia fome, mas é uma prisão mental tão grande que tu não come"jovem que enfrentou a anorexia nervosa. De acordo com profissionais de saúde, a anorexia tem origem genética, mas também pode ser desencadeada por fatores emocionais e pela pressão social. Há alguns anos, ela era uma considerada uma doença quase exclusiva das mulheres, mas isso está mudando: o número de homens afetados cresce cada vez mais. "Hoje a gente vê cada vez mais os homens frequentando spas, academias, clínicas de estética. Então, essa preocupação também já os afeta e é essa preocupação excessiva que leva ao padrão alimentar restritivo, podendo ocasionar a anorexia”, analisa a nutricionista Camila Saueressig. A psicóloga Ieda Zamel Dorfman, que atende pacientes em um centro especializado para o tratamento da doença em Porto Alegre, estima que já exista um caso de anorexia masculina para cada 10 casos entre mulheres. “Está aumentando a incidência de meninos com anorexia nervosa. Meninos entre 14 e 18 anos na área de adolescência com esse tipo de problema, que é seriíssimo e que merece um alerta tanto para os profissionais da área de saúde quanto para as famílias que estão preocupadas e não sabem o que fazer”, diz a psicóloga. Um dos sintomas mais claros da doença é uma espécie de obsessão pelo espelho. O anoréxico pode passar horas se olhando em busca de imperfeições que o corpo não tem. Outro sinal que os pais devem observar é o comportamento dos filhos diante das refeições. Levar o prato para longe da mesa, brincar com o alimento e até aproveitar a distração da família para colocar a comida fora podem indicar o problema. Mesmo assim, não é fácil ajudar quem sofre do distúrbio. “Eles sempre são trazidos, esses adolescentes, não se acham doentes. Eles dizem que nos é que estamos dizendo uma inverdade e que a família está exagerando”, explica Ieda. “Eu brigava, porque quando tu estás com a anorexia, não aceita que as pessoas te deem conselhos. Você fica com uma espécie de mania de perseguição”, diz o jovem que passou pelo problema. É ainda na infância que começam muitos casos de anorexia. Crianças acostumadas a ouvir brincadeiras e até xingamentos por causa do corpo podem desenvolver, já na adolescência, uma vontade descontrolada de emagrecer. "Ele no colégio sofria bullying. E aí ele foi crescendo, aquilo dali ele botou na cabeça que teria que emagrecer. E aí ele começou a fazer uma dieta por conta, fez tudo errado e foi piorando”, conta o pai do adolescente. No Rio Grande do Sul, o único local que dispõe de tratamento completo para anorexia pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é o Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Mas o encaminhamento deve ser feito por um posto de saúde. O paciente é atendido por médicos, psicólogos e nutricionistas e, dependendo da gravidade, pode até ser internado. Mesmo depois da alta do paciente, é preciso estar atento: anorexia não tem cura. “A anorexia pode acompanhar [o paciente] pela vida toda. Então, é bem difícil dizer: ‘olha, a pessoa está curada’. É bem importante que tenha esse acompanhamento de vários profissionais, de várias especialidades, para que esse atendimento seja mais completo”, recomenda Camila. O envolvimento da família também é considerado fundamental para tratar a doença. E ao primeiro sinal, a orientação é procurar ajuda. “Quando [a família] vê que está mudando qualquer um desses sintomas – o humor, o isolamento, o alimento – soa um alerta. Vamos ver o que está acontecendo para gente não deixar chegar naquele limite tão grave”, conclui Ieda.
LINK: Globo.Com

Aos 20 anos e muito magra, anoréxica vira celebridade na Rússia

Jovem começou simples regime e ficou viciada em perder peso. Aos 20 anos de idade, a russa Kseniya Bubenko é mais uma adolescente que sofre de anorexia. De acordo com o jornal russo English Russia, a jovem começou a fazer uma dieta chamada de “pobeda”, que significa vitória e, perdeu muito peso. Hoje, sua aparência física é assustadora.

Foto: Reprodução/EnglishRussia LINK: Portal R7

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Mulher que chegou aos 24 kg luta contra anorexia: 'já me sinto bonita'


Foram quatro meses no hospital e a ex-gerente de restaurante Aline Alves da Silveira Souza, 34 anos, que mora em Bauru, no interior de São Paulo, viu sua vida mudar radicalmente. Ela sofre de anorexia nervosa e está internada no Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, onde faz tratamento contra a doença. No período mais crítico do distúrbio alimentar, ela chegou a pesar 24 kg e a família entrou em desespero. Entre os únicos alimentos ingeridos por Aline na época estavam mamão, biscoito, água e isotônico. Por intermédio da filha de uma prima, o caso chegou ao conhecimento de uma médica psiquiatra, que solicitou internação com urgência. 
A imagem da mulher magra e com os ossos já muito visíveis chocou a psiquiatra que prestou os primeiros atendimentos e conseguiu um leito de internação na Santa Casa de Piratininga, município vizinho a Bauru, onde dá plantões. Porém, Aline precisaria de atendimento especializado e a família buscou o auxílio da imprensa. A vaga para internação no HC-SP surgiu dias depois. Hoje, a ex-gerente de restaurante está superando as dificuldades do tratamento contra a anorexia e já voltou a comer normalmente. No cardápio, estão frutas, verduras, legumes e carnes. Ela conta que se alimenta a cada três horas e que está próximo do peso considerado ideal para uma pessoa com 1,56 m de altura.
​“Eu posso comer de tudo, só que em pouca quantidade. Nada muito forte, como uma feijoada ou empadão, que eu gosto muito. Nada que vá pesar no meu estômago”, conta Aline. A alta médica deve acontecer em breve. A estimativa é que Aline saia do hospital em fevereiro, assim que alcançar a meta estipulada pelos médicos, que é de 45 kg. Depois dessa fase, ela terá acompanhamento ambulatorial uma vez por semana. 
Para quem sofre de anorexia, ganhar peso é motivo de ansiedade e pode agravar os sintomas. Por isso, a mãe dela, Terezinha Alves da Silveira Costa, diz que a família não sabe o atual peso de Aline e foi orientada pelos médicos a monitorá-la, evitando que ela consiga essa informação. “É uma regra do tratamento, para o paciente não ficar sabendo de jeito nenhum o peso que está para que não tenha nenhuma recaída”, explica Terezinha.
“Tem dias que parece que eu estou gorda, que a minha barriga está imensa. E nesses dias preciso ter muito cuidado. Só que eu aprendi alguns métodos, eu converso com alguém, eu coloco para fora de alguma maneira esse sentimento”, diz. Por conta dos bons resultados obtidos, Aline recebeu o aval dos médicos para passar o réveillon com a família em Bauru. Ela também tem autorização para ficar alguns finais de semana com eles e até a autoestima já foi resgatada. Antes ela preferia esconder o rosto, hoje não mais. “Já me sinto bonita. Tenho vontade de me arrumar, coisa que eu não fazia. Não tinha vaidade nenhuma”, comemora ela.
Com a guinada que deu nos últimos meses em sua vida, Aline está cheia de planos. Entre eles, está estudar e quem sabe até abrir um negócio próprio. “Não vejo a hora de voltar pra casa, ficar com a minha filha. Não vejo a hora de esse pesadelo acabar. Eu falo pesadelo porque foi muito ruim. Não vejo a hora de tudo acabar para eu poder tocar a minha vida. Quero voltar a estudar, trabalhar com o que eu gosto, que é gastronomia, e quem sabe até ter o meu próprio restaurante”, disse, entusiasmada. “A única recompensa que eu quero dela é a cura. É a cabeça dela boa, porque o resto eu corro atrás”, concluiu a mãe.
Exemplo
Com a repercussão do caso na imprensa, Aline virou exemplo de superação para mulheres que enfrentam o mesmo problema. Quando a família ainda procurava uma vaga de internação para o tratamento e Aline estava internada na Santa Casa de Piratininga, o caso foi exibido pela Rede Record, em reportagem do programa Hoje em Dia. Na ocasião, ela foi convidada a conhecer o estúdio da atração matinal assim que se recuperasse. Aline prometeu se esforçar.
Na última quinta-feira (23), dia do aniversário de Terezinha, a jovem conseguiu um dia de “folga” do hospital para aproveitar a companhia da mãe. As duas cumpriram a promessa de Aline e participaram ao vivo do programa nos estúdios da emissora na Barra Funda, em São Paulo. Ela pôde enfim conhecer o ídolo, o apresentador Edu Guedes. “Foi um sonho realizado, estou muito feliz. Me deu força para continuar. E eu vou ter meu restaurante e ele vai lá comer comigo (risos)”, brinca Aline que até cozinhou com o apresentador. 
“Ela está ajudando muita gente no hospital. Tenho certeza que tem muita gente lá que está passando pelo mesmo problema que ela. E a Aline diz que o sonho dela também é ajudar as outras pessoas, que possam se espelhar nela e conseguir reverter essa situação”, incentivou Edu Guedes durante o programa.
Aline adianta que pretende dar palestras para homens e mulheres que têm a mesma doença que ela. Teresinha, que precisou largar toda a sua vida no Rio de Janeiro para cuidar da filha, conta que também estará disponível para ajudar os pais de jovens que sofrem desse distúrbio. “Conheço como ninguém os sintomas e posso ajudar as pessoas a enfrentarem esse problema”, completa.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Boas Vindas ao meu Blog de Anorexia Nervosa

Saudações aos visitantes. Bem-vindo ao meu Blog sobre a anorexia nervosa. Sinta-se à vontade para percorrer todas as publicações e deixar o seu comentário. Tenho uma página no endereço: www.aanorexia.net. Grato e muitas felicidades. Carlos

Greetings to visitors. Welcome to my Blog about anorexia nervosa. Feel free to browse through all the posts and leave your comment. I have a page at: www.aanorexia.net. Thank you and much happiness. Carlos

Un saludo a los visitantes. Bienvenidos a mi Blog sobre la anorexia nerviosa. Siéntase libre de navegar a través de todos los puestos y deja tu comentario. Tengo una página en: www.aanorexia.net. Muchas gracias y mucha felicidad. Carlos

Grüße an die Besucher. Willkommen in meinem Blog über die Anorexia nervosa. Fühlen Sie sich frei, um durch alle Beiträge blättern und lassen Sie Ihren Kommentar. Ich habe eine Seite auf: www.aanorexia.net. Vielen Dank und viel Glück. Carlos

تحيات للزوار. مرحبا بكم في مدونتي حول مرض فقدان الشهية العصبي. لا تتردد في تصفح من خلال جميع المشاركات و تعليق. لدي صفحة في: www.aanorexia.net. شكرا لكم والكثير من السعادة. كارلوس

Wènhòu yóukè. Huānyíng lái dào wǒ de bókè yànshí zhèng. Suíyì liúlǎn suǒyǒu zhíwèi bìng liú xià nín de pínglùn. Wǒ yǒu yīgè yèmiàn: Www.Aanorexia.Net. Xièxiè nǐ, xīnnián kuàilè.

Kǎ luòsī Salutations aux visiteurs. Bienvenue sur mon blog à propos de l'anorexie mentale. N'hésitez pas à parcourir tous les postes et de laisser votre commentaire. J'ai une page à: www.aanorexia.net. Vous et beaucoup de bonheur Merci. Carlos

Groeten aan bezoekers. Welkom op mijn blog over anorexia nervosa. Voel je vrij door alle berichten te bladeren en laat je reactie. Ik heb een pagina op: www.aanorexia.net. Bedankt en veel geluk. Carlos

Salam kepada pengunjung. Selamat Datang di Blog saya tentang anoreksia nervosa. Jangan ragu untuk menelusuri semua posting dan memberikan komentar Anda. Saya memiliki halaman di: www.aanorexia.net. Terima kasih dan banyak kebahagiaan. Carlos

Saluti ai visitatori. Benvenuti nel mio Blog su anoressia nervosa. Sentitevi liberi di navigare attraverso tutti i post e lascia il tuo commento. Ho una pagina su: www.aanorexia.net. Grazie e tanta felicità. Carlos

訪問者に挨拶。 拒食症についての私のブログへようこそ。すべての投稿を検索して、あなたのコメントを残して自由に感じる。 www.aanorexia.net:私は、ページがあります。 あなたと多くの幸せに感謝します。 カルロス

Pozdrowienia dla odwiedzających. Witam na moim blogu o anoreksji. Zapraszam do przeglądania wszystkich postów oraz swój komentarz. Mam stronę w: www.aanorexia.net. Dziękuję i dużo szczęścia. Carlos

Privetstvuyu posetiteley . Dobro pozhalovat' na moy blog o nervnoy anoreksii. Ne stesnyaytes' prosmatrivat' vse posty i ostavit' svoy kommentariy. U menya yest' stranitsa po adresu: www.aanorexia.net . Spasibo i mnogo schast'ya . Karlos

Hälsningar till besökare. Välkommen till min blogg om anorexia nervosa. Känn dig fri att bläddra igenom alla inlägg och lämna din kommentar. Jag har en sida på: www.aanorexia.net. Tack och mycket glädje. Carlos

Ziyaretçilere selamlar. Anoreksiya nervoza hakkında benim blog hoş geldiniz. Tüm mesajların arayın ve Yorum bırakmak için çekinmeyin. Www.aanorexia.net: Ben de bir sayfa var. Sizi ve çok mutluluk teşekkürler. Carlos

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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Com dieta de cinco mil calorias, jovem supera anorexia e vira fisiculturista.

Na tentativa de combater o transtorno, Ollie Orchard se matriculou na academia aos 18 anos Aos 18 anos, Ollie Orchard sofria de anorexia e para tentar combater o transtorno se matriculou em uma academia. Atualmente e com 22, o jovem da cidade de Bristol, na Inglaterra, se transformou em fisiculturista profissional Foto: Reprodução/Mail Online LINK: Portal R7



Bulimia nervosa, mais comum em mulheres, avança entre homens.

Entrevistas com mais de 5,5 mil homens indicam que 31% já comeram exageradamente e forçaram a expulsão dos alimentos. O comportamento, tido como pontual, pode ser um indício da bulimia nervosa. Duas horas de ingestão descontrolada de alimentos e tentativas de eliminar a explosão de calorias o mais rápido possível. A combinação desses comportamentos caracteriza a bulimia nervosa. Comum em mulheres, o perigoso distúrbio acomete cada vez mais homens. Um estudo feito pelo Hospital Infantil de Boston (EUA) com 5.527 homens entre 12 e 18 anos mostrou que, em pelo menos um momento da investigação, que durou de 1999 a 2010, 31% dos entrevistados confessaram ter comportamentos bulímicos ou de compulsão alimentar, sem perda de controle. Leia a primeira reportagem da série: Distúrbios alimentares são cada vez mais comuns entre os homens Clique na imagem para ampliá-la e saiba mais O número pode ainda estar subestimado, já que o problema nem sempre é admitido ou percebido pelos pacientes. “Alguns disfarçam por muito tempo que estão com o problema e mostram-se felizes, mesmo estando passando por momentos desafiadores na vida. O resultado desse comportamento influi diretamente em uma fuga. Nesse caso, é comumente percebido o uso das drogas”, alerta a psiquiatra Carla Bicca. O mesmo estudo americano constatou que características parciais ou completas de bulimia elevam em 2,85% a probabilidade de um quadro depressivo, em 2,27% o risco de obesidade e em 1,62% a chance de uso de drogas. Diferentemente da anorexia, caracterizada pela rápida perda de peso, a bulimia demanda mais tempo para ser percebida. Mas alguns fatores ajudam a perceber o problema. Além dos sinais mais evidentes — como compulsão alimentar, dietas desequilibradas, indução ao vômito e uso de laxantes —, o esmalte dentário costuma ficar desgastado e há o aumento das glândulas salivares das bochechas. Esses dois últimos indícios são consequência dos vômitos forçados. “As consequência são severas. A pessoa pode vir a sofrer com inflamação do esôfago em razão da quantidade de comida ingerida e rapidamente retirada”, diz a bióloga Paula Louredo. A especialista explica que arritmias cardíacas, inflamação da garganta e das glândulas salivares, sangramento do esôfago, problemas gastrintestinais, cáries e desidratação também são comuns em pacientes com bulimia. Há ainda o risco de fadiga, desmaios, ressecamento da pele, constipação e oscilações de humor. “A bulimia pode ser causada por fatores psicológicos, biológicos, familiares e culturais. Geralmente, o rapaz esconde a doença dos familiares por ter vergonha dos ataques compulsivos por comida e por julgar esse comportamento como uma falta de autocontrole, o que ajuda na baixa autoestima”, detalha. O transtorno alimentar também pode estar associado a traumas adquiridos na infância, como o bullying, e a questões hereditárias. O psiquiatra Takis Cordás explica que há pesquisas indicando que há famílias com maior prevalência do problema. “Estudos com gêmeos monozigóticos e dizigóticos também apontam a genética como possível participante dos transtornos alimentares. Mas podem vir a existir fatores biológicos com alterações nos neurotransmissores moduladores da fome e da saciedade, como a noradrenalina, a serotonina, a colecistoquinina e diferentes neuropeptídeos, que têm sido postuladas como predisponentes para os transtornos alimentares”, pondera. Com relação a fatores socioculturais, Cordás destaca que a obsessão em ter o corpo magro e perfeito é reforçada diariamente na sociedade ocidental. A valorização de atrizes e modelos geralmente abaixo do peso é um exemplo. A família também tem participação no histórico que poder vir a desencadear a bulimia nos rapazes, reforça o especialista. Dificuldades de comunicação e interações tempestuosas e conflitantes podem ser consideradas mantenedoras do transtorno alimentar. Apoio completo Identificados os sinais do problema, o paciente e pessoas próximas a ele não devem hesitar em procurar ajudar. Há, geralmente, uma tendência em achar que o comportamento é momentâneo, não oferecendo risco à saúde. O psiquiatra Tákis Cordás alerta, porém, que homens e mulheres com bulimia nervosa têm, na verdade, uma completa perda de controle alimentar. “Essa ingestão indiscriminada de comida é seguida de um sentimento de culpa, vergonha e medo de engordar, levando o paciente a atitudes extremas, como induzir o vômito, usar laxantes, diuréticos ou inibidores de apetite e praticar exercícios físicos de maneira exagerada”, diz. De acordo com a nutricionista Patrícia Bezerra, o tratamento para a bulimia envolve profissionais de diferentes especialidades. “O nutricionista vai auxiliar esses homens a aprender a comer de forma correta e saudável. O objetivo é reduzir os episódios compulsivos tentando identificar o que leva o paciente à compulsão maior. Na parte de saúde mental, a intenção é focar nos transtornos de imagem corporal, ansiedade, depressão, baixa autoestima, entre outros fatores, e fazer com que o paciente desenvolva recursos internos e externos para aceitar o seu corpo e buscar as mudanças adequadas”, explica.
LINK: Saude Plena

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Bulimia: “vomitava até cinco vezes por dia”, diz jovem que chegou a pesar 38 kg.

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O preço pago para ter um corpo padrão imposto pela sociedade é alto e Mariana (nome fictício), de 23 anos, sentiu isso na pele depois de passar seis anos com bulimia e chegar a pesar 38 kg. A dona de casa, mãe de duas filhas, desenvolveu o transtorno alimentar aos 17 anos, mas deu a volta por cima após engravidar de seu primeiro filho. — Chegava a vomitar cinco vezes ao dia. É muito difícil você aceitar que tem um transtorno alimentar, quanto mais a sua família. Meus familiares e amigos só descobriram quando eu fui internada neste ano. Quando eu tentava falar, falavam que era frescura, coisa de criança. E é uma ilusão achar que você pode parar isso sozinha. Mariana explicou que quando começou a parar de comer, sentia muita fome, mas quando olhava para o espelho se sentia pesada e gorda. Neste meio tempo, a dona de casa engravidou e foi um dos momentos mais dramáticos. Mesmo com a gravidez, ela continuou vomitando e só engordou nove quilos. Terminou a gestação pensando 47 kg.


LINK: Portal R7

Mulher luta contra anorexia há mais de 50 anos

"Passava fome para não me sentir feia", relata Jacqueline pesando apenas 44 kg.


LINK: Portal R7

Superação em fotos: Depois de chegar aos 38 kg, jovem mostra luta contra a anorexia

Blogueira sueca usa o Instagram para mostrar como conseguiu se recuperar da doença Há 15 meses a sueca Antonia Eriksson, 18 anos, resolveu tornar pública sua luta contra a anorexia. Ela foi internada para tratar o distúrbio alimentar e resolveu contar o passo a passo de sua recuperação no Instagram. LINK: Portal R7

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Padre Marcelo Rossi revela ter passado por depressão e anorexia

"Perdi todas as liberdades necessárias" Confessa o religioso ao Fantástico sobre excesso de exposição na mídia" Afastado dos holofotes, o padre Marcelo Rossi confessou, em entrevista ao Fantástico, uma série de problemas decorrentes da fama. As consequências foram crises de depressão e anorexia. Os transtornos se refletiram no corpo do religioso. Ele confessa ter engordado de 35 a 40 quilos nos últimos anos. Os comentários dos fieis sobre a saúde do padre fizeram com que ele buscasse dietas consideradas "malucas". E o efeito contrário foi ainda pior. — Era só alface e hambúrguer. Imagina seis meses fazendo isso. Eu sou um desses loucos que caiu nessas dietas malucas. Infelizmente exagerei. As pessoas falavam que estava muito magro, e eu não acreditava — admitiu o padre Marcelo Rossi. O primeiro sinal para que percebesse os erros alimentares surgiu após um acidente durante exercícios em uma esteira ergométrica, no qual caiu e se machucou seriamente. Ele admitiu ser vaidoso em relação ao corpo e que usa medicamentos contra a calvície, o que acarreta muitos problemas à sua saúde: — Tudo tem seu preço e eu pago esse preço. Com fala arrastada, o religioso confessou ainda à apresentadora da TV Globo, Renata Vasconcellos, que não soube lidar com a exposição. A vida pública causou sérios problemas de saúde. Tanto que, admite padre Marcelo, não soube perceber quando passava por momentos depressivos: — Perdi todas as liberdades necessária. Nossa, como eu sinto (falta) de sair na rua, fazer compras, ir a um restaurante. O que mais me assusta é o fanatismo. Esse é o grande perigo, seja em qualquer religião. Eu sou um ser humano. É isso que explico para as pessoas. E todo ser humano passa por dor. No fim, para acalmar os fãs, o padre Marcelo Rossi garante estar se recuperando e ainda deixou um recado aos seguidores: — O que me salvou foi escrever, cantar e a oração. Juízo com as dietas.
LINK: Portal ZEROHORA

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Depois de pesar 25 kg, jovem conta que se apaixonar ajudou a superar a anorexia

Britânica passou fase em que comia apenas ervilha e tomava água; hoje é mãe de 2 filhos. Depois de sofrer anos com anorexia, a britânica Jo Thompson, 21 anos de idade, se recuperou totalmente do transtorno alimentar. Ela resolveu dar a volta por cima, após ter se apaixonado pelo gerente do restaurante onde trabalhava. As informações são do site Daily Mail desta quinta-feira (21). Com apenas 11 anos, ela começou a sofrer de extrema ansiedade e ataques de pânico e desenvolveu o transtorno alimentar. Em um dos piores de seus momentos, os médicos lhe deram apenas 48 horas de vida. Ela chegou a pesar 26 kg. De acordo com o site, Jo sofreu por seis anos com a doença. Em certa fase, ela conta que chegou a comer apenas ervilha e tomar água. Aos 17 anos, Jo percebeu que a única maneira de tentar se recuperar seria se acostumar a ver as pessoas comendo ao seu redor. Por isso, pediu um emprego em uma famosa rede de fast food. Casos chocam: anorexia faz jovens viverem pesadelo e pode levar à morte — Certo dia, depois me encontrar com os meus amigos, percebi que eu não queria passar a minha vida toda dentro do hospital. Queria mostrar a todos que poderia vencer a anorexia. As pessoas ficaram chocadas, mas tinha que provar que poderia vencer meus demônios. Foi no restaurante que Jo conheceu o gerente Zoheb Khan, 25 anos. Segundo ela, foi ele quem a ajudou a combater a doença. — Quero que minha história sirva para mostrar que qualquer um pode se tornar anoréxico. Não é uma escolha meninas fazem, é uma doença que controla todos os aspectos de sua vida. Anorexia não me controla mais. Eu tenho meus dois filhos lindos para cuidar agora e nunca vou me deixar ficar doente novamente. Reprodução/DailyMail
LINK: Portal R7

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Transtorno pouco conhecido une bulimia e diabetes

Pouco conhecida, a diabulimia é um transtorno que acomete, na sua maioria, mulheres jovens que têm diabetes tipo 1 e boicotam o tratamento com insulina para não engordar. Assim, agem de forma similar às que sofrem de bulimia – e tentam compensar a ingestão alimentar com algo que leve à perda de peso, como a indução de vómitos, o uso de laxantes, ou a prática excessiva de actividade física, explica o Diário Digital. Segundo a endocrinologista Claudia Pieper, consultora da ADJ Diabetes Brasil (Associação de Diabetes Juvenil), as jovens sabem que a hiperglicemia constante provoca perda de glicose na urina e emagrecimento. "A diabulimia, na realidade, pode ocorrer devido a uma insatisfação com o peso adquirido quando se inicia uma insulinização mais intensiva. Com isso, elas simplesmente passam a omitir ou a diminuir a dose de insulina", explica a médica. "Outras vezes, podem também forçar vómitos ou praticar actividade física em excesso", acrescenta. O psiquiatra Adriano Segal, director de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade), esclarece que a diabulimia não é um transtorno alimentar reconhecido. É classificada como Tasoe (Transtornos Alimentares Sem Outra Especificação). "Trata-se de uma variação da bulimia nervosa, em pacientes com diabetes insulinodependente ou diabetes tipo 1, que deixam de usar adequadamente a insulina para evitar o eventual ganho de peso que o uso pode acarretar. O perfil geral parece bastante com o da bulimia nervosa, associada à presença da doença." Por ser considerada uma variação, não se pode acertadamente falar em prevalência da diabulimia. Mas Segal diz que varia de 11% a 39% das pessoas com diabetes tipo 1. "As suas consequências são ainda mais graves do que as da sua inspiradora: lesões associadas à diabetes 1 são graves e algumas, irreversíveis." O primeiro caso de diabulimia foi descrito em 1973, nos EUA. Porém, hoje, com a ajuda da Internet, o transtorno tem vindo a aumentar, graças à troca de informações pelas redes sociais. Segal, no entanto, vê um aspecto positivo: "O lado bom é que não só as informações deletérias estão disponíveis; as pessoas podem ser instigadas a procurar por notícias úteis".
LINK da Matéria: RCM Pharma

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Lady Gaga: 'Luto contra a bulimia e a anorexia desde os 15 anos'

A cantora Lady Gaga divulgou uma foto vestindo apenas lingerie com a revelação de que sofre de distúrbios alimentares. Lady Gaga (26) compartilhou nas redes sociais nesta terça-feira, 25, uma foto em que aparece vestindo apenas lingerie. "Luto contra a bulimia e a anorexia desde os 15 anos", disse a cantora. O título da imagem é "Revolução do corpo 2013". A revelação acontece em meio à polêmica sobre o aumento de peso de Gaga. Em entrevista a um programa de rádio, ela admitiu estar fazendo dieta por ter ganho pouco mais de 11 quilos durante as cinco semanas de férias da turnê. "Eu realmente não me sinto mal com isso, nem mesmo por um segundo. Porém, estou tentando encontrar um novo equilíbrio para meu corpo", declarou recentemente. Será que, após engajar-se na defesa dos homossexuais, Gaga agora entrará em algum tipo de campanha para chamar atenção àqueles que sofrem de distúrbios alimentares - e usará isso como tema do novo disco?
LINK: Caras On Line

Karla Álvarez teria morrido em decorrência de complicações de anorexia e bulimia.

Atriz, conhecida no Brasil por interpretar a irmã da personagem de Thalia na novela Maria Mercedes, foi encontrada morta na sexta-feira (15/11/2013).
O site Guardian Express revelou nesta segunda-feira, 18, a causa da morte da atriz mexicana Karla Álvarez, conhecida no Brasil por interpretar a irmã da personagem de Thalía na novela Maria Mercedes, exibida pelo SBT.
De acordo coma publicação, a parada cardiorrespiratória que acometeu a atriz teria sido causada por complicações causadas por um quadro de anorexia e bulimia. Segundo o Guardian Express, a Promotoria Geral do Distrito Federal (PGJDF) da Cidade do México confirmou a informação, mas afirmou que o corpo de Karla não passou por uma autópsia pois supostamente sua morte teria ocorrido por "causas naturais".
Ainda de acordo com o site, pessoas próximas a atriz confirmaram que ela estava em tratamento contra esses distúrbios alimentares há varios anos. Segundo o Latin Times, uma equipe médica foi chamada quando o corpo de Karla foi encontrado em sua residência na Cidade do México, por sua diarista, mas os profissionais já a encontraram morta.
A pedido da família, o local onde ocorrerá a cremação do corpo da atriz está sendo mantido em segredo, para que eles possam ter privacidade durante o funeral. Suas cinzas também serão depositadas em local não informado por seus familiares.
Segundo veículos de imprensa locais, a atriz sofria também com o alcoolismo, mas a polícia local afirma que tal problema, caso existisse, não estaria relacionado à sua morte. Karla foi encontrada morta na sexta-feira, 15, e notabilizou-se por seus papéis como vilã em novelas mexicanas. Além disso, participou do reality show Big Brother VIP, uma espécie de Big Brother somente com celebridades locais.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Artista britânica conta luta contra anorexia em autobiografia em quadrinhos.

Uma artista britânica lançou esta semana uma autobiografia em quadrinhos em que revela sua luta contra a anorexia, um transtorno alimentar que leva à busca incessante pela perda de peso. Em Lighter than my Shadow (Mais leve do que minha sombra, em tradução livre), Katie Green, de 30 anos, desenhou todas as ilustrações e escreveu os diálogos à mão, elegendo o preto e branco como a cor dos quadrinhos. Para ela, esta foi a melhor forma de expressar o clima sombrio e pesado que pairava sobre a família, afetada por sua doença. Os quadrinhos mostram como Katie enfrentava dificuldades para comer já na infância, quando começou a criar estratégias para despistar os pais. Uma passagem do primeiro capítulo mostra a menina, de maria-chiquinhas, escondendo fatias de pão no bolso do casaco e aparecendo na cozinha com o prato vazio. "Muito bem", dizia sua mãe, acreditando que a filha havia tomado o café da manhã. Temendo que os pais vissem o pão no lixo, ela começou a esconder as fatias atrás de uma estante no seu quarto. Mas acabou desmascarada em um dia de arrumações em que seu pai arrastou o móvel e se deparou com uma montanha de pão. AutodestruiçãoO livro sugere que episódios como esse levaram a família a fazer terapia. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, a artista diz admirar a forma como seus pais e irmã a apoiaram quando ela precisou deixar a escola para ser tratada em casa. "Deve ter sido horrível para eles ver que eu estava tentando me autodestruir", diz ela. Com a ajuda de terapeutas e nutricionistas, Katie seguiu uma dieta balanceada e lembra ter encarado a situação como se "a comida fosse o remédio para sua doença". Mas, ao voltar para a escola, no último ano do ensino médio, ela se sentia mais vulnerável do que nunca. "Esse foi o momento mais perigoso, porque as pessoas achavam que eu estava bem, mas por dentro eu estava desesperada", diz Katie. Arte como curaEla diz ter encontrado a cura após a graduação, quando se matriculou em um curso de arte. Ter encontrado uma paixão lhe deu pela primeira vez um motivo para querer vencer a anorexia por si mesma e não pelos outros. "Foi a grande virada", lembra a artista. Seis anos mais tarde, Katie conta sua história em 504 páginas, mas diz que escrever o livro não foi uma catarse. Há tempos ela não pensava mais no controle obsessivo de sua alimentação e em todas as outras questões que envolvem a doença, e o projeto lhe trouxe memórias de uma época que ela gostaria de esquecer. "Mas se eu conseguir ajudar famílias a lidarem com a complexidade que é viver com uma adolescente com distúrbio alimentar já terá valido a pena", diz.


LINK: BBC Brasil

Pai que perdeu filha por anorexia faz campanha por manequins de loja maiores.

Debenhams foi a primeira varejista de roupas britânica a incluir manequins plus-size em suas coleções
Um membro do Parlamento escocês cuja filha morreu de anorexia pediu a colaboração dos principais varejistas de roupas do Reino Unido no combate aos transtornos alimentares adotando bonecos de manequim maiores. Na semana passada, a rede de loja de roupas Debenhams anunciou que passaria a usar manequins que vistam o tamanho 16 (o equivalente ao tamanho 46 no Brasil) como forma de refletir o tamanho de muitas de suas clientes.
O parlamentar escocês Dennis Robertson tornou-se um militante contra a "ditadura da magreza" desde a morte de sua filha, Caroline, de apenas 18 anos, em 2011.
Os manequins usualmente expostos no Reino Unido têm tamanho equivalente ao 38 ou 40 no Brasil. Para Robertson, isso reforça um ideal de forma e tamanho de corpo que não corresponde à realidade.
"Não acho que os médicos devam ser os únicos a enfrentar os transtornos alimentares. A mídia e a moda têm de demonstrar uma ação enérgica para assegurar que os jovens tenham imagens positivas dos mais diversos tamanhos e formas do corpo em nossa sociedade", disse Robertson.
A subsecretária para Mulheres e Igualdade do Reino Unido, Jo Swinson, disse na semana passada que a decisão da Debenhams de incluir manequins de tamanho plus ajudaria a aumentar a confiança das mulheres sobre seu corpo.

LINK: BBC Brasil

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Aos 20 anos e muito magra, anoréxica vira celebridade na Rússia

Jovem começou simples regime e ficou viciada em perder peso.


Aos 20 anos de idade, a russa Kseniya Bubenko é mais uma adolescente que sofre de anorexia. De acordo com o jornal russo English Russia, a jovem começou a fazer uma dieta chamada de “pobeda”, que significa vitória e, perdeu muito peso. Hoje, sua aparência física é assustadora.
Por causa da magreza expressiva, ela começou a ganhar popularidade em seu país e virou espécie de celebridade. Participou inclusive de programas de auditório.
Segundo o endocrinologista da Unifesp João César de Castro Soares, de cada 10 casos, 9 são de meninas e 1 de menino.

Para o psiquiatra Renato Mancini, do hospital São Luiz, em São Paulo, pessoas que sofrem de anorexia nervosa têm a necessidade de definir-se pela aparência, anulando outros fatores como personalidade, saúde e bem-estar.
— O que define essas pessoas é uma coleção de fotos no Instagram. A percepção de identidade corpórea delas fica muito complicada e quanto mais imagem, quanto mais magra, mais o medo de não ser aceita é aliviado. Isso acontece através de uma busca, como, por exemplo, da chama "barriga negativa"

O pensamento comum de quem sofre anorexia é o de que quanto mais peso perder, melhor será.
Segundo Mancini, o risco de morte é grande e tanto pode acontecer pela desnutrição como por complicações clínicas.
Segundo especialistas, o paciente que sofre de anorexia começa a ficar debilitado e a chance de morte é grande quando o peso está muito mais abaixo do que o normal.

— Ficam com a saúde tão frágil quanto a de um idoso. O corpo fragilizado não funciona direito e está suscetível a muitas doenças.
O tratamento de distúrbios alimentares como a anorexia é multidisciplinar.
Mas como identificar? Comum em mulheres, o médico explica que, atitudes como esconder o emagrecimento, tomar laxantes e induzir o vômito após a refeição são alguns sintomas da doença.

— É uma escolha da paciente. Ela esconde que está emagrecendo, coloca duas calças, duas blusas. Come na rua, não janta com os pais, recusa convites para comer fora, e quando sai, ingere muita bebida alcoólica e tem um quadro depressivo paralelo a todos esses sintomas.

Psiquiatras, nutricionistas, endocrinologistas e terapeutas dão o suporte adequado para diminuir os quadros associados à doença: depressão, distorção da imagem e desnutrição
— Existem sites que fazem apologia à anorexia. Já internei uma menina de 12 anos, com anorexia, obcecada por emagrecer desde os nove anos e que aprendeu a maioria dos comportamentos que a levou à doença pela internet. É preciso cuidado e atenção
A anorexia é um distúrbio alimentar que se caracteriza como um emagrecimento exagerado, causado pela desnutrição e distorção da própria imagem corporal. Geralmente, acomete meninas entre 14 e 18 anos de idade, de acordo com especialistas.

Foto: Reprodução/EnglishRussia

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Anorexia Nervosa

What is anorexia?
Anorexia Nervosa is an eating disorder that causes people to obsess about their weight and the food that they eat. The disorder is primarily characterized by excessive weight loss and self-starvation, or a refusal to eat the amount of food required to maintain a healthy body weight. It is often found in a younger population, specifically recognized in girls aged 15 to 18. Anorexia Nervosa can also occur in older populations, and is often raised as an issue in the lives of celebrities. “Manorexia” is a term that has been penned to describe men with anorexia. Anorexia is often found in people who have also been diagnosed with Body Dysmorphic Disorder, causing them to desire a body much different than their own.

What causes anorexia?
Anorexia Nervosa is a psychological disorder. While an exact cause can be difficult to determine, it is generally caused by a combination of genetic and environmental factors. Also, people who develop this disorder tend to have certain personality types, such as perfectionism, neuroticism and low self-esteem. Studies have also shown a connection between body image issues and popular culture, and have found over the decades that there is a direct link between the two. Other Common Causes: ■Broken relationships ■Stress ■Exposure to new situations ■Loss ■Genes ■Extreme dieting ■Abuse ■Peer pressure ■Crisis ■Family history of addictive personalities What are the warning signs? People with Anorexia Nervosa may show off their weight loss with revealing or tight-fitting clothing. However, another common practice is to wear baggy clothing to cover up the amount of weight they have lost. Other warning signs include: ■Eating very little, if at all ■Extreme weight loss ■Withdrawal from social situations, especially those involving food ■Frequent comments about or preoccupation with food, calories and fat ■Thinning hair ■Forgetfulness or lack of concentration ■Depression ■Excessive exercise or strict adherence to an exercise program ■Only eating alone ■Excluding certain types of food from one’s diet, such as carbohydrates or foods high in saturated fat ■Irregular/nonexistent menstrual cycles in women How is Anorexia Nervosa different from other eating disorders? Anorexia Nervosa is similar to other eating disorders, like Bulimia Nervosa and binge eating, in that it is generally connected with a distorted body image and altered eating habits. Also, a person with Anorexia Nervosa, Bulimia Nervosa or a binge eating disorder will convince themselves that they are overweight, even if all the evidence points to the contrary. No matter how much weight they lose, they will always think they have to lose more. However, Anorexia is different from the other two in the severe restriction of the amount of food consumed. People suffering from anorexia may go through periods of binge eating or purging, but these episodes may occur less often than with people suffering from a different disorder. Also, a person suffering from anorexia will typically have a body weight well below a healthy range, less than 15 percent below normal weight. How to get help If you think you or a friend might have any one of these symptoms, there are options available to aid in reversing the disorder. Besides therapy—both group and personal—there are body image resources out there. Your own personal body image may not be the only issue causing the disorder. Anorexia Nervosa is a psychological disorder, which means treatment from a mental health professional may be necessary to address the root causes of the disorder, not just the effects. The sooner a person receives treatment, the easier it will be to recover. Also, the way that other people see a person takes a toll on how they see themselves. It is important to surround yourself with people who support you getting better. For more information check out the National Eating Disorders Association and the National Institute of Mental Health.
LINK: Reach out.com